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04 julho 2009

ENFP (Vulgarmente conhecido como Idealista, ou Intuitivo Sentimental)

Seu modo principal de viver é focado externamente, de onde você absorve os fatos primariamente através de sua intuição. Seu modo secundário é focado internamente, onde você lida com as coisas de acordo com a maneira como você se sente quanto a elas, ou de acordo com a maneira com que elas se encaixam no seu sistema de valores pessoais.

Você é uma pessoa calorosa, entusiasmada, tipicamente muito inteligente e cheia de potencial. Você vive num mundo de possibilidades, e pode ficar muito apaixonado e entusiasmado com as coisas. Seu entusiasmo dá a você a habilidade de inspirar e de motivar os outros, mais do que é constatado em outras pessoas. Você tem a habilidade de conseguir o que você quiser com o seu papo. Você ama a vida, vendo-a como um dom especial, e luta para tirar o máximo proveito dela.

Você tem uma variedade incomum de habilidades e de talentos, e é bom em quase tudo o que te interessa. Orientados a trabalhar com projetos, você pode acabar encarando várias carreiras diferentes durante sua vida. Para quem observa de fora você pode parecer perdido e sem objetivo, mas é na verdade muito consistente, pois possui um senso de valores que você utiliza como uma lei que rege a sua vida. Aliás, tudo o que você faz deve estar alinhado com seus valores. Você precisa sentir que está vivendo sua vida como você mesmo, andando de acordo com o que você acha certo. Você vê significado em tudo, e está numa batalha contínua para adaptar sua vida e seus valores para conseguir atingir uma paz pessoal. Você está sempre ciente e inclusive preocupado em perder contato consigo mesmo. Como a empolgação emocional é normalmente muito importante em sua vida, e como você está sempre focado em estar com sua vida alinhada, você acaba freqüentemente sendo um indivíduo intenso, de valores altamente desenvolvidos.

Você necessita se focar em terminar os projetos que você começa. Este pode ser um grande problema para você. Diferentemente de outras pessoas extrovertidas, você precisa de tempo sozinho para encontrar seu equilíbrio, e para ter certeza que você está em sintonia com seus valores. Se você se mantiver equilibrado, é muito provável que você tenha obtenha sucesso em seus projetos. Então, não caia no hábito de sair rapidamente de um projeto quando você se animar com uma nova possibilidade, pois você pode acabar nunca atingindo os grandes objetivos que você pode atingir.

Você tem uma ótima capacidade de lidar com as pessoas. Você é genuinamente caloroso e interessado por elas, e coloca uma grande importância em suas relações com os outros. Você quase sempre tem uma grande necessidade de que os outros gostem de você. Especialmente numa idade mais jovem, pessoas como você tendem a demonstrar entusiasmo excessivo para com outras pessoas, exagerando no esforço para ser aceito. No entanto, assim que você aprender a equilibrar sua necessidade de ser verdadeiro para consigo mesmo, com sua necessidade de ser aceito pelos outros, você se tornará ótimo em trazer à tona o melhor que cada pessoa tem a oferecer, e será bem aceito por todos. Você tem uma habilidade excepcional de entender intuitivamente as pessoas após pouco tempo, e de usar sua intuição e flexibilidade para se relacionar com os outros no nível deles.

Por viver num mundo de possibilidades empolgantes, os detalhes do dia-a-dia são vistos como desagradáveis trivialidades. Você não coloca importância em tarefas detalhadas e de manutenção, e freqüentemente nem está ciente dessas questões. E quando você realmente tem que realizar essas tarefas, você não tem prazer em fazê-las. Essa realmente é uma área desafiadora para as pessoas como você, e pode se tornar algo frustrante para seus familiares.

Se você acabar indo para o “mau caminho”, pode se tornar um tanto manipulador – e muito bom nisso. O talento de ser persuasivo com o qual você foi abençoado faz com que você consiga o que quer de maneira natural e fácil. Porém, na maioria das vezes você não irá abusar destas habilidades, pois estas não se encaixam com seu sistema de valores.

Às vezes você também comete erros de julgamento graves. Você tem uma habilidade incrível de perceber intuitivamente a verdade sobre uma pessoa ou situação, mas quando você aplica um julgamento à sua percepção, você pode chegar a conclusões erradas.

Se você não aprender a levar as coisas que você começar até o final, você pode encontrar dificuldades em se manter feliz em casamentos. Sempre vendo as possibilidades do que pode ser, você pode se cansar do que realmente é. O forte senso de valores irá te manter você dedicado às suas relações. No entanto, como você gosta de um bocado de animação na sua vida, se dará melhor com pessoas que se sintam confortáveis com mudanças e com novas experiências.

Ter um pai como você pode ser uma experiência muito divertida, mas pode ser uma experiência estressante para crianças com fortes tendências concretas ou de organização. Estas crianças podem ver seus pais como inconsistentes e difíceis de entender, à medida que são carregadas por esse redemoinho que é a vida do pai. Algumas vezes você desejará ser o melhor amigo de seus filhos, e em outras vezes fará o papel do pai autoritário. Mas você seu sistema de valores é sempre consistente, o que impressionará suas crianças mais que tudo, juntamente com sua simples felicidade de viver.

Você é basicamente uma pessoa feliz, mas pode se tornar infeliz se confinado a horários estritos e a tarefas mundanas. Consequentemente, você trabalha melhor em situações onde você tenha muita flexibilidade e onde você possa trabalhar com pessoas e com idéias. Uma ótima idéia seria a de você abrir seu próprio negócio! Você tem a capacidade de ser altamente produtivo mesmo com pouquíssima supervisão, apenas necessitando que você esteja entusiasmado com o que você está fazendo.

Por ser tão alerta e perceptivo, constantemente analisando o ambiente ao seu redor, é bem provável que você sofra de tensão muscular. Você tem uma grande necessidade de ser independente, e resiste a ser controlado ou rotulado. Você precisa manter o controle sobre si mesmo, mas não acredita em controlar os outros. Sua necessidade de independência e de liberdade se estende tanto a si próprio, quanto aos outros.

Você é uma pessoa charmosa, engenhosa, que se arrisca, sensível, voltada às pessoas, e com capacidades de todos os tipos. Você tem muitas qualidades que irá utilizar para se satisfazer na vida (e também àqueles próximos a você) se conseguir se manter equilibrado, e dominando sua capacidade de levar até o fim o que você começar.

07 maio 2009

I hate myself.

15 fevereiro 2009

É hora de reformulação!

Tá, eu aceito. Vivo falando de mudanças de hábito, novidades e etc, mas depois de um tempo a bola murcha. Não prometo nada demais. Nem tenho por que prometer, ainda não tenho leitores. Mas em breve esse lugar será novo, quase mágico. E isso não vai demorar. Só pra não dizer que eu não falei nada de útil, fica uma pequena citação de Maquiavel:

'Uma mudança deixa sempre patamares para uma nova mudança'

20 novembro 2008

Marriage is made of things you'll like about your partner, things you don't like and things you hate about him/her.
Some things will change. Some, you'll learn how to live with. But a few things you will hate a lot, but you'll have to tolerate them.
And it takes time until you find out which one is which.

How stupid can a man get?

VERY MUCH. That's all I can answer.

11 novembro 2008

Pride (Latin, superbia)

1. A feeling of pleasure and satisfaction that you get when you or someone connected to you have achieved something special
2. A feeling of respect for yourself :dignity: 2a. A feeling that you are better or more important than other people :arrogance:
3. A group of Lions (??)

According to Aristotle, the Greek philosopher, pride was a virtue, something that every man of respect would have and honor it above all:
“Now the man is thought to be proud who thinks himself worthy of great things, being worthy of them; for he who does so beyond his deserts is a fool, but no virtuous man is foolish or silly. The proud man, then, is the man we have described. For he who is worthy of little and thinks himself worthy of little is temperate, but not proud; for pride implies greatness, as beauty implies a goodsized body, and little people may be neat and well-proportioned but cannot be beautiful.
Pride, then, seems to be a sort of crown of the virtues; for it makes them greater, and it is not found without them. Therefore it is hard to be truly proud; for it is impossible without nobility and goodness of character.”


Modern life, thou shows that things are not as they used to be. Pride is one of the Seven Deadly Sins. It is considered the original and most serious sin, from which the others arise. It is the Sin commited by Lucifer who wanted to become like God himself, it is Adam’s and Eve’s Sin who, convinced by the serpent, thought God wanted to be superior to them.
In ‘mortal terms’, Pride is when you really believes you are better than the others, and you either show everyone how better you are or you ‘respect’ their inferiority because they’re not to be blamed for not being great like you are. We usually do both, sometimes just helping out, being nice and teaching what we know, and other times we crush those who someway cross our way and piss us off.
Well, each of us carries our share of pride, some way more than others. In the end, we all want to be better at something, don’t we?
In Dante’s Divine Comedy, the Proud go to purgatory, where they are punished by being forced to carry a heavy stone in their back, which forces them to walk curved and look down. The pavement is carved with many examples of pride and humility, so they can learn while they walk.

28 outubro 2008

The pub with no beer

It's lonesome away from your kindred and all
By the camp fire at night where the wild dingoes call
But there's nothing so lonesome so dull or so drear
Than to stand in a bar of a pub with no beer

Now the publican's anxious for the quota to come
There's a far away look on the face of the bum
The maid's gone all cranky and the cook's acting queer
What a terrible place is a pub with no beer

Then the stock-man rides up with his dry dusty throat
He breasts up to the bar a wad from his coat
But the smile on his face quickly turns to a sneer
When the barman said sadly: 'The Pub's got no beer'

There's a dog on the veranda for his master he waits
But the boss is inside drinking wine with his mates
He hurries for cover and cringes in fear
It's no place for a dog round a pub with no beer

Old Billy the blacksmith first time in his life
Has gone home cold sober to his darling wife
He walks in the kitchen she says 'You're early my dear'
But he breaks down and tells her 'The pub's got no beer'

It's lonesome away from your kindred and all
By the camp fire at night where the wild dingoes call
But there's nothing so lonesome so dull or so drear
Than to stand in a bar of a pub with no beer


I know, I said I wouldn't publish something not from my
authory here, but today I'm really, really sad, and this
song represents that sadness...

28 setembro 2008

Quinta Qualquer

Acordo cedo. Teus olhos em mim, sorrio ao vê-los. Teu corpo quente me aquece. Sinto um cheiro bom, maçã com canela. Teu beijo doce me desperta completamente. A manhã passa, meu pensamento em ti. No almoço, meu paladar insiste em pedir tua comida. A tarde avança devagar, preguiçosa, e meus braços imploram por teu corpo para abraçar. A cada piscar de olhos, uma imagem tua. O Sol se põe e é chegada a hora. Vou para casa, tomo um banho. Visto minha melhor camisa, passo meu melhor perfume. A ansiedade aumenta, teu sorriso em minha memória. Chego quinze minutos adiantado. No ponto de encontro, pessoas indo e vindo, mas só me interessa você. Oito e cinco, tu um pouco atrasada. Desesperadamente busco por ti. Então olho para trás e te vejo. Linda, deslumbrante. Vestido curto, cabelos soltos. Meu corpo todo arrepia ao teu olhar. Minha mente a mil procura lembrar o que ensaiei para te dizer. Você se aproxima, eu cheiro invade minhas narinas, o êxtase me domina. No final, a única coisa que consigo fazer é beijar-te.

12 setembro 2008

RPG

Jogar RPG não requer prática nem tampouco habilidade. Basta ter uma imaginação fértil e um pouco de criatividade (tá, bastante criatividade ajuda, mas um pouco basta).

Basicamente, é um teatro de improviso no qual você precisa estudar seu personagem pra saber o que ele faria em situações cotidianas (ou nem tanto), enquanto um diretor maluco pensa no que vai acontecer pra cada coisa que você fizer no enredo dele.

Explicando assim parece complicado, mas não é pra tanto. Desde tempos imemoriais (ou pelo menos não muito documentados) tendemos a fazer isso. Primordialmente quando os mais jovens 'brincavam' de caçada com os adultos pra aprenderem a caçar, ou as meninas imitando as matriarcas colhendo ervas fazendo o mesmo com capim. Não passava de um faz de conta, assim como quando éramos pequenos adorávamos brincar de 'mocinho e bandido', 'casinha', e dezenas de outras brincadeiras. RPG é isso, brincar de imaginar, ams ao invés de imaginar histórias do tipo 'Branca de Neve' e 'João e o Pé de Feijão', agora criamos historias que vao desde espionagem no melhor estilo 007, passando por aventuras de cowboy no estilo Bonanza, imaginando o futuro de mil e uma maneiras diferentes, ou revivendo momentos incertos do passado.

Nosso único limite é nossa falta de imaginação...

29 agosto 2008

E ao retornar às suas raízes, buscou fazer aquilo que lhe dava prazer. Porém, ao ingerir o líquido negro que antes era fonte de satisfação, sentiu o gosto amargo da rejeição dos seus, e lhe queimava a garganta com as chamas da condenação daqueles que outrora lhe acolheram.

13 agosto 2008

Trabalhos em andamento...
Com a facul, sem tempo de escrever, e triste de ver o mesmo texto de uma era geologica e meia atrás aqui parado... então pros raros, porém fiéis, leitores, digo-lhes que não esqueci do Blog, e assim que tiver novidades será devidamente postada (talvez até um texto ganhador de concurso, rsrs).
Uma ótima noite a todos.

05 agosto 2008

Inacabado

Segunda-feira, sete da noite. A lua brilha no céu, quase cheia. O onibus está cheio, mas não lotado. Os pensamentos vão e voltam, buscando inspiração, mas esta nega sua companhia. As mãos, inquietas, insistem em materializar os furtivos pensamentos, que se formam e se desfazem em milésimos de segundo. Nenhum tema em especial se revela, então escrever sobre o quê? Nada. Nenhuma idéia se habilita a ser registrada. As mãos decidem, por conta própria, empunhar as armas: lápis e caderno. Sem a cooperação dos pensamentos, começam a escrever sobre eles.
Estranho como basta começar para que eles se organizem e dêem seqüência, enciumados com a iniciativa das mãos em fazer seu trabalho. Palavras antes desordenadas e desconexas começam a dançar e fluir, formando frases que, com o ritmo da dança se modificam e se reformam até serem aceitas no texto que se forma. Como um ritmo tribal, se olharmos a performance individual de cada letra, não faz sentido algum, mas se olhamos para o sincronismo da coreografia como um todo, vemos um dos mais belos espetáculos que podemos admirar. E o resultado deste show é o que cada um lê neste momento.

02 agosto 2008

Ode to Jolie

Soon, we'll be back on the road,
riding the wind and leaving the past behind us.
Ahead, only life and hope,
Paving the road under your wheels.

Those who try to stop us,
try it because they envy us,
To them, we can only hope
that they live their lives.

Those who ride by our side
will always and forever be welcome
as long as they want it

For the road belongs to us
And we belong to the road.

27 julho 2008

And just as she came, she departed, straight back to heaven, where angels belong... I'll miss you.

21 julho 2008

Runnaway

I want to runnaway,
I want to scream,
I want to hit someone, and hit hard.
I want to see the bottom of a bottle.
I want to die,
I want to kill,
I want to get my bike and ride, ride, ride...
Ride aimlessly, meaninglessly and free.
I want to release myself from my own dangerous thoughts
I want to write,
I want to read,
I want to play,
I want to sleep.
But all is useless...
After all, I can't run away from my worst nightmare: Myself.

16 julho 2008

Stormy Weather

It begins with a single cloud, tainting the clear light blue sky. It is white, soft and distant, and you are quite sure it'll never travel the huge gap that set you apart. Later, you realise that the whole horizon is cloudy, and this time you can see they're grey, but still distant. You only notice them again when the ray of sunlight which was hitting your face stops bothering you. You lift your eyes and see that the once blue sky has turned deep dark grey. Outside, the wind sweeps the leaves and gently bends the trees, bringing more and more clouds to pour over you. After all, only now you realise they've come after you...

13 julho 2008

Derrière le miroir


O espelho nos ilude e nos agride. Mostra o que queremos ou o que não queremos à revelia. Mas é limitado a apenas um aspecto...

CRASH!

Alguém já teve o prazer (ou desprazer) de olhar (ou se olhar) em um espelho quebrado? É incrível como a experiência muda. De repente vemos vários pedaços do mesmo alvo, que apesar de ainda formarem o mesmo todo, são cada um deles realçados. Pois somos seres unos formados por nossos desejos, fraquezas, pensamentos, sentimentos, espírito, carne, sonhos... Um grande quebra cabeça que se desmonta e remonta-se a cada instante, somando experiências e subtraindo desilusões, recriando-se dia após dia. Cada caco é parte do todo, que por sua vez não o seria não fosse a essência de cada pequena parte.

Mas essa multiplicidade, essa fragmentação, não diz respeito apenas aos seres humanos, nem mesmo atém-se aos seres vivos. Toda a realidade na qual vivemos é igualmente despedaçada, tal qual um grande mosaico que nunca fica pronto. Quando olhamos à nossa volta, tudo o que vemos passa antes por nossas convicções e impressões, ou seja, cada um percebe a realidade conforme sua própria mente já fragmentada. Mas não é só isso que faz com que a realidade seja fragmentada, afinal, não passaria de mais um reflexo da mente fragmentada. O que a torna fragmentada é sua própria natureza caótica, gerando desordem a partir de regras rígidas, alterando nosso universo a cada instante.

Pra concluir esse ponto de vista desconexo (apresentado por um interlocutor que, obviamente, é múltiplo e confuso), há ainda a união de ambos os fatores, mente e universo. Afinal, nós alteramos o universo conforme nosso ponto de vista, e este nos influencia conforme o andar dos acontecimentos cósmicos que nos rodeiam.

E ainda dizem que a improbabilidade infinita está fora de nosso alcance...

11 julho 2008

Le Miroir

O espelho. Estranho objeto que habita nosso mundo, refletindo aquilo que à sua frente se prostra, desnudando-se para o que possa aparecer atrás dele. Se olhamos para ele, queremos ver seu ponto de vista do mundo, ver a imagem que ele nos projeta, seja ela perfeita ou deformada. Mas o que o espelho nos mostra não é a sua própria visão do mundo, mas sim a nossa própria, despida de nossos conceitos ou preconceitos daquilo que vemos, ou talvez reforçada por essa esses aspectos que povoam nossa mente. Às vezes, vemos o que queremos ver. Outras, descobrimos coisas que, de outra forma, passavam despercebidas, imperceptivelmente escondidas atrás de nossas vistas embaçadas, como se o vapor de nossos pensamentos embaçasse nossas córneas como o chá embaça as lentes de nossos óculos., prontas para serem descobertas por um pequeno vislumbre de um ângulo diferente, ansiosas para se desnudarem e se revelarem essenciais e primordialmente inegáveis.

Mas o que mais tememos no espelho somos nós mesmos. Como não costumamos olhar para nossa própria imagem, pelo menos não com o mesmo tempo e atenção com a qual olhamos o resto do mundo, somos completos desconhecidos de nós mesmos, e a única forma de nos analisarmos é através de um espelho, seja de aço ou de água. E quando nos encontramos, sempre nos vemos atrás de uma grossa camada de traumas, excesso ou falta de autoconfiança, e um monte de opiniões de amigos e estranhos que às vezes ouvimos proposital ou despropositalmente, com ou sem o conhecimento de nossos interlocutores. E muitas vezes o que vemos é muito diferente do que somos ou queremos ser. E procuramos incessantemente descobrir o que temos que mudar para nos tornar o que queremos ser, ou talvez para parecer o que acreditamos ser, ou ainda para não aparentarmos o que somos para não nos expormos demais. Olhar para si mesmo é difícil, e aceitar o que vemos é ainda mais difícil.

09 julho 2008

Day after day...

Well, well, well... Another day goes by. Nothing extraordinary happens, as most days. Nothing to make my day, nor to ruin it. Just another day. Wednesday, July 9th. Life goes on. To someone, somewhere, I'm sure today was the best day of his/her life. In another place, surely someone had such a terrible day that he/she will never again want to hear about today, risk this July 9th out of their lives.
And it is like this, normal days happening, my dear Jolie still recovering, myself preparing to start the second half of the year full speed, studying, working, just planting the seeds to the rest of my life. After all, today is the first day of the rest of my life...

05 julho 2008

Esquecido...

Bem, devo-lhes desculpas. Na verdade, devo-ME desculpas. Por deixar este blog tão abandonado. Falta do que escrever? não. Infelizmente é só falta de escrever, não de assuntos para fazê-lo. Devo-me desculpas principalmente por não fazer algo que tenho sentido muita vontade de fazer, por ser tão relapso com algo que é importante, por deixar de lado algo que é meu.
Claro, o que importa é viver e não escrever sobre a vida, mas ao deixar de escrever estou sentindo que acabei deixando eu mesmo de lado. E por quê? não tenho certeza. Será que estou tão mal a ponto de querer me esconder da vida, ou talvez esconder o que estou sentindo de fato? Não sei. Tenho medo de ter certeza. Tenho medo de encontrar uma resposta que me decepcione.
Tenho certas crenças que infelizmente estão me machucando. Acredito na humanidade. Eu sei, é uma crença tola, mas eu acredito. Acredito que tenhamos jeito e que nem tudo que a gente faça seja só por interesse pessoal e dinheiro e poder (que não deixam de ser interesse pessoal). Mas, a cada dia que passa, a cada semana, a cada noticiário, a cada passo... parece que o mundo conspira contra mim. E ultimamente tenho percebido algo ainda mais assustador: eu mesmo.